Evoluindo

Eu tô aqui num dia leve, sem muita coisa na cabeça, tive tempo de estudar, mas aí veio um papo com marido sobre o fato da Luiza ter aparentado estar com saudade dos avós um dia desses.

Eu acho que a forma dela construir a própria relação com a saudade será diferente de tudo o que a gente sente atualmente. Se os prós de estarmos aqui não fossem maiores que esse “pequeno” fato dela crescer longe da família nós não estaríamos aqui. E não estaríamos confiantes e determinados com nossa escolha. Não me preocupo. Acho que as férias no Brasil serão sensacionais. E acho que ela vai chorar no fim assim como eu chorava pra ir embora do Carmo do Paranaíba, onde passava tempo com os primos e tudo era festa.

Daí eu penso em mim, na minha saudade, no meu sofrimento – aquele que eu já mencionei que eu despacho rapidinho. Poucas coisas me causam o buraco no peito que sinto quando vejo foto ou vídeo da Luiza com o Gabriel na chácara da minha mãe. Bu-ra-co. É duro ver que aquilo não tem data pra acontecer de novo, e como estarão grandes quando acontecer.

Ainda bem que por aqui as coisas estão evoluindo, que a pequena gosta da escola, que a matéria no curso de alemão hoje fez algum sentido e que o frio de -5°C ainda me parece gostosinho.

Relativizar sentimentos é uma arte.https://www.instagram.com/p/BNmmYhbhrNu/?taken-by=civinhal

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65 dias

Tivemos uma semana de celebrações: 7 anos de casamento e 2 anos da Luiza.

Hoje completamos 65 dias de Alemanha. Não é nenhum número extraordinário, não há nada de muito grandioso a ser comemorado. Mas já temos um grande apanhado de pequenas conquistas que merecem ser valorizadas, bem como o sol que está brilhando lá fora e deixando o frio de poucos graus – às vezes negativos – um tanto mais afável.

Batemos cabeça, vamos ajustando a rotina, vendo onde erramos e o que devemos repensar. Nada é fácil e nada parece excessivamente difícil. E, como acho que já mencionei por aqui, a Luiza traz uma leveza pra nossa rotina que ameniza a dureza da adaptação. Sabemos que estamos todos muito bem de saúde e cheios de opções pra chamarmos de oportunidades.

Eu venho me contentando muito com pequenas coisas como ver um rosto conhecido pela vizinhança e tentar falar alguma frase que eu considerava impronunciável há 50 dias e ser compreendida algumas vezes. E tem aquelas conquistas relativas à Luiza que considero de médio porte, tais como conseguir uma vaga num bom Kita pra ela, ouvi-la reclamar por ter que ir embora de lá e fazer uma consulta numa pediatra excelente que a examinou enquanto ela cantava – e por conseguinte não chorava. E por fim, ter 5 crianças se divertindo na minha casa pro aniversário de dois anos dela.

O bom de começar uma vida do “zero” em outro país é poder reescrever algumas coisas. Hoje tenho um plano na cabeça de me manter focada nos estudos da língua pra tentar estudar algo em outra área num sistema metade alemão metade inglês. Porém posso começar a trabalhar e diminuir o ritmo do alemão. Posso também fazer um curso 100% em inglês. A palavra de ordem é resiliência. Não há nenhuma ordem a ser seguida – apenas a garantia que devemos estar todos bem.

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Hoje eu sei que estamos melhores, mais felizes, mais focados e mais assertivos do que há 3 anos, e que ajustes são necessários. Feliz 65 dias de Berlim pra gente =)

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fando y lis

¿Si eres un gran pianista, y te corto un brazo, que haces? -Me dedico a pintar
¿Si eres un gran pintor, y te corto el otro brazo, que haces? -Me dedico a bailar
¿Si eres un gran bailarín, y te corto las piernas, que haces? -Me dedico a cantar.
¿Si eres un gran cantante, y te corto la arganta, que haces? -Como estoy muerto, pido que con mi piel se fabrique un hermoso tambor.
¿Y si quemo el tambor que haces? -Me convierto en una nube que tome todas las formas.
¿Y si la nube se disuelve que haces? -Me convierto en lluvia y hago que nazcan las hierbas.
¡GANASTE!!,
Me sentiré muy solo el día que no estés… -Si algún día te sientes solo busca la maravillosa ciudad de tar…

alejandro jodorowsky

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Rock

Luiza vem com um fone de ouvido na mão:
– Mamãe, pode ouvir a música do Bita.
– Filha, mas a mamãe não quer mais ouvir o Bita. Mamãe gosta é de rock’n’roll.
– Pode ouvir a música do Bita.
– Filha, você sabe do que a mamãe gosta?
– Patati Patatá. Bita. Patatá.
– A mamãe gosta de rock’n’roll, filha.
– Rockoll.
– Posso te mostrar a música que eu gosto?
Coloco uma música do QotSA das mais lights, começo a cantar junto. Ela corre, busca o iPad e coloca o Bita no Spotify e vem cantando e dançando com muito mais entusiasmo do que eu.
Desliguei o meu som e tô aqui ouvindo Bita com ela.

Sendo mãe. Desde 2014.

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toc toc toc

Eu já disse que nossa chegada tem sido suave?

Gente, nenhuma expatriação é serena. Nem as mais suaves. Ela tem sido relativamente branda, agraciada pelo humor da Luiza que ama “todo mundo” (segundo ela mesma) e por diversos anjos sem asas que Deus nos enviou em forma de amigos. Mas a gente estranha, né? Acho que é isso, deve ser um estranhamento.

Eu sempre agradeço pelos desafios que tenho pela frente. Costumo dizer que foco num problema de médio prazo de solução pra ir direcionando minha energia de forma otimizada e ir calculando o tempo das coisas. Mas na verdade é só um jeito de diminuir a ansiedade, já que a vida é essa sequência doida de coisas a serem resolvidas com breves momentos de relaxamento entre eles.

E falando em ansiedade, na semana passada eu dei uma piradinha. Foram 3 dias de muita ansiedade coroados por TOC. Não foi nem perto das grandes crises que já tive na vida – pudera, depois de tanto tempo, esforço, tratamento, auto conhecimento, conexão espiritual… as coisas mudam. Amém.

De um instante pra outro voltei a sentir aqueles impasses desconexos, necessidade de ordenar as coisas, cores e posições, incômodo com as texturas e os cheiros e meus dias ficaram repletos de pequenos rituais com intuito de ordem, porém causando um caos absoluto. A angústia de ter sintomas dos quais me livrei há tanto tempo misturada à certeza de que isso não me pertence e um vestígio de medo daquilo não ir embora. Mas foi. Ufa.

Lembrei das amigas dizendo que quando “a ficha caísse” eu poderia me sentir abalada. Mas sendo isto uma certeza, eu acredito que estou bem preparada pra instabilidade, pra saudade, pros choros, pra reclamar do frio… A mudança de continente está sendo guiada por um sentimento de plenitude e pela vontade do desafio. Não apenas pelo bom, mas pela aceitação de que o difícil não é ruim.

Enfim, ainda consternada eu conversei com algumas outras mães que saíram do país e que também passam pelos desafios que tenho encontrado, falei com meu amado primo que é psiquiatra, fiz listas mentais e físicas, resolvi fazer o avesso do que meu instinto me pedia… e dois dias depois o incômodo cessou.

Tenho uma leve sensação de que pode ter sido algo que me surgiu por um motivo hormonal, dentre outros tantos motivos. E mesmo sem ter a menor idéia da razão eu tenho a certeza de que essa assombração de transtorno me apareceu pra eu me cuidar. Pra ter cautela, buscar saúde e ser empática com as pessoas que piram longe de casa. Porque nossa casa quem identifica é o coração – e o meu identificou essa daqui. Só que colo de mãe, casa de vó e risada com os amigos são minha casa, tanto quanto esse chão que piso.

A distância as vezes se transforma em sintomas ingratos. Que demorem a voltar e sejam cada vez mais breves.

E que a temporada de visitas comece logo!

fonte: http://www.hypeness.com.br/2015/05/artista-mostra-em-12-retratos-emocionantes-a-luta-diaria-que-trava-entre-a-depressao-e-a-ansiedade/
“Um copo d’água não é pesado. Você quase não percebe quando precisa segurar um. Mas e se você não pudesse esvaziá-lo ou colocá-lo na mesa? E se você precisasse segurar seu peso por dias… meses… anos? O peso não muda, mas o fardo sim. Em um certo ponto, você não consegue se lembrar o quão leve ele era. Às vezes é necessário dar tudo de si para fingir que ele não está lá. E às vezes, tudo o que você precisa fazer é deixá-lo cair.”
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O vazio de um ano cheio

É estranha a sensação de que meu ano passou de certa forma em branco, e ao mesmo tempo foi o ano mais cheio da minha vida. Não vi muitos filmes, li pouco, estudei menos ainda. Vivi o agora como nunca, pura e simplesmente por necessidade – e as vezes por falta de entendimento. Estive por muito tempo dentro de uma bolha, na qual nem minha essência tinha vez. Acho que só quem se torna mãe pode entender parte do que senti, e não necessariamente todas as mães. Eu um dia virei mãe de alguém sem sequer ter sido mãe das minhas raras bonecas. Me vi amamentando e vendo crescer um pequeno ser, sem jamais ter sonhado com a situação. Passei por um puerpério que até eu mesma duvido do quanto foi fácil e prazeroso.

Enquanto vi dia após dia o milagre da vida na minha frente, um amor que não se mede aprendendo ~a tudo~ from the scratch, comecei a perceber que não me reconhecia mais. Não sabia quem era, e não sabia me gostar. Comecei a ter uma organização de pensamentos que não se parecem com o que sempre entendi como minha, as etapas dos processos se confundiam, a gestão do tempo passou a ser impossível.

Aprendi a amar Luiza, admirar Luiza, querer Luiza e respeitar o tempo de Luiza. Só o tempo da Luiza.

Mas levei algum tempo pra entender que Luiza é um fruto do que eu sou, do que fui, e graças a mim (e ao marido) tenho ela pra me trazer um sentido muito mais forte e visceral pra vida. Sou mamãe de alguém que tem nome, personalidade, faz graça de graça e me ama. É muito menos amedrontador do que me pareceu assim que ela foi descoberta na minha barriga. E sim, é extremamente prazeroso. O difícil não foi cuidar dela, mas sim cuidar de tudo que a modernidade exige que cuidemos, entender que as outras coisas também são importantes, embora parecessem vazias perto do sorrisão que só ela dá.

Foram alguns meses buscando um meio termo entre a vontade de me fazer útil, a falta de uma função específica – e profissionalmente construtiva – e a loop infindável de funções da maternagem. Um ano se passou, e no decorrer, meus pensamentos conseguiram se encaixar novamente no fluxo normal (?), concomitante às ondas enluizadas, e com leves e inofensivas intervenções de Luiza.

Ao me tornar mãe, aquele amor explosivo me partiu em mil pedaços. A função de unir os cacos e entender o que era esse quebra-cabeças foi das mais árduas que posso imaginar. E como tudo que fazemos com amor, empenho e esforço me tornou uma pessoa melhor em resiliência, gratidão, consciência e doação. E talvez em muito mais coisas que ainda não percebi. Não me reconheci imediatamente, porque hoje tenho outra força dentro de mim, que de alguma forma foi substituiu a simplicidade que eu tinha em permanecer apenas na autenticidade do meu – outrora pequeno – EU.
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Feels like home

As vezes preciso me repetir pra relembrar as pequenas coisas que aprendi com a vida que me fazem querer ser melhor. Minha maior terapia e a mais eficiente e falar, falar e falar. Tento replicar conhecimento alheio e próprio pra suavizar situações, trazer mais leveza pra correria e diversão pra quebradeira.

Das coisas que mudaram a minha vida – além de “a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena” e “muito ajuda quem não atrapalha” (viva Chaves) – e que gosto de relembrar:

-A vida não é fácil, não é segura e não é justa. Mesmo assim devemos ser gratos a nossos pais pelo dom de tê-la, porque é indiscutivelmente uma bênção;
-Pertencimento é um dos pilares da vida. Estar onde se quer estar, se sentindo bem com o que se está fazendo é garantia de sucesso. Ou da percepção do sucesso (pra que mais?);
-Reconhecimento é opcional. Água, sono e amor são necessários;
-Um copo de água e senha de wifi não se nega a ninguém;
-Problema é desafio. Erro é aprendizado. Conhecimento é mato;
-Humildade nunca é demais;
-Paciência nunca é demais;
-Pedir ajuda é um baita ato de coragem <3 -Expectativa atrapalha, projetos animam; flower

Eu tenho vontade de engolir o mundo inteiro as vezes. Mil projetos, e a ansiedade em dar o primeiro passo e depois ir adiante. E vez por outra me sinto completamente perdida – como foi que eu vim parar aqui meu Deus do céu… e de repente – pra quem acredita em acaso – as forças do universo vem e montam um quebra-cabeças de luz na sua frente, explicando tudo. Daí vem essa sensação: pertencimento. Sentir na vida e no dia a dia o mesmo conforto que pode-se sentir ao chegar em casa, se descalçar e ficar em família. Em outra escala, mas com igual leveza.

Sim, eu estou no lugar que deveria estar, dando o melhor de mim, no momento certo da minha vida. Não é perfeito, nunca será. Precisava de mais 2 ou 3 dias na semana pras coisas saírem mais certinhas, como eu gostaria realmente, mas não tendo tu, vai tu.

Esperando, curtindo, amando, aprendendo e sorrindo.

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Love, no matter what

A situação na Turquia me causou uma confusão mental, entre a beleza das pessoas comuns se sensibilizando e as imagens fortes de jovens mortos. Saiu no jornal a notícia de uma senhora, aqui em Brasília, que foi presa por agredir vendedores negros, e ainda tivemos um país criminalizando o casamento gay.

Pra mim sempre soou estranho dar os mesmos “direitos” humanos à pessoas que não o ferem em sua raiz, que é o respeito ao próximo. Se alguém tira a vida de uma pessoa em um surto de selvageria, que como selvagem seja tratado. É uma posição radical, eu sei, mas minha mente ainda não conseguiu um argumento forte o suficiente pra mudar isso minha opinião (porém percebo que não desenvolvo muito o raciocínio porque me sinto cruel demais depois de certo ponto. Deixo isso aos menos sensíveis).

Direitos humanos. Falei em respeito, certo? Porém, hoje assisti a um vídeo que me comoveu a ponto de me arrancar lágrimas algumas vezes em vinte e poucos minutos, e resolvi mudar meu discurso. Minhas frases clichê hippie-zen já continham “Mais amor por favor”, “O amor é o caminho, a verdade e a vida” (essa tatuada no braço), “Amar a todos, confiar nos seus”, entre outras. O entendimento e a intensidade desses dizeres ganharam basicamente mais intensidade e importância.

Ainda essa semana, conversando com um amigo que está passando por problemas de relacionamento, eu mencionei como é importante termos cuidado, respeito e empatia por aqueles que amamos mais: nossos companheiros e família. No mesmo dia, uma amiga pede uma força, pra eu participar de uma campanha de dia dos namorados, declarando meu amor no Facebook (criei o link http://tinyurl.com/clicaecurteplz pra fazer campanha, estejam à vontade pra reforçar, hshshs) e como em todas as vezes que parei pra escrever sobre meu maridón, me deu aquele calorzinho no coração, um orgulho de ter alguém que compartilha meus ideais, que se também se importa com o bem-estar alheio e que me faz tão bem!

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E assim, fazendo mini preces de gratidão ao cosmos, é que me vi numa imensidão de good vibes: eu também estou trabalhando numa campanha fofíssima para o dia dos namorados, e estamos captando histórias de amor. Todos os dias eu tenho acesso à algumas histórias de pessoas apaixonadas, que escrevem de coração sobre seus amados e as situações inusitadas que as fizeram chegar onde estão. É uma onda deliciosa, que tem me enchido de orgulho e esperança, que meus projetos estão dando certo e que esse mundo tem jeito sim :)

Continuarei dando crises de riso, enviando corações nas mensagens instantâneas, abraçando os amigos e dispersando parte dessa bola de amor que estou sentindo.

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*bocejo*

Não bastasse uma campanha – linda – recém lançada, clientes novos batendo à porta, preparação pra um evento em 10 dias e decisões vitais a serem tomadas, eu ainda sonho pacas.
Eu tenho tido um ciclo de sono incomum, mas que me atende muito bem – obrigada. Durmo entre 11h e 3h e das 4h as 6h30. Isso me “custa” 2 sonhos cheios de aventuras detalhadas por noite, e algumas vezes eu acordo exausta.

Ok, introduçãozinha chata, vamos ao que interessa: meu sonho de hoje.

Amanhã, na vida real, irei conhecer a Casa Dom Inácio de Loyola. Deve me render outro post. Sonhei que já tava lá, e além de um lugar lindo, meio Fazenda do Barreiro meio Nosso Lar, tinha uma casinha que me lembrava a casa antiga do meu tio Neder, mas era bem maior por dentro.
Tão maior, mas tão maior, que ali mesmo, no fim da sala de estar, havia uma portinha por onde passamos, eu, Fabrício e Margot, e fomos parar na Alemanha dos anos 30. Lá era tudo preto e branco. a gente andou um bocado, chegou num lugar que parecia a praia de Camboinha, onde uma senhora com uma família GIGANTE pedia pra gente conversar com a mãe do Elvis Presley porque ela queria fugir pros EUA sem pagar o aluguel. Lá fomos nós convencer a mocinha a pagar o aluguel e ir pros EUA, senão o Elvis não existiria e o Rock não seria a mesma coisa.
Daí tive uma série de problemas, ela fugiu pela porta apaixonada pela Margot, tive que esconder a bichinha no banheiro, onde aproveitei pra dar um banho com xampu Johnson&Johnson baby nela enquanto Fabrício providenciava a volta da senhora Presley pra Alemanha – pela portinha.

Em resumo esse foi meu job da noite, e me pergunto, como não acordar cansada depois de tanta coisa pra resolver?

Estarei enfrentando meu dia com a honra de ter salvo o rock’n’roll.

You’re welcome

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