À Merda. Bom dia.

Enquanto eu tive dificuldade em lidar com meu eu, me achava incapaz de muita coisa. Enquanto acreditei na força dos genes para definição de personalidade – fato pregado a torto e direito nas ~Minhas Gerais~ – e enquanto meu inconsciente achava que pra SENTIR era preciso SOFRER, era assim que eu vivia. Sofrendo. Com dor daqui e dor dali. As minhas dores, as dos outros, as que eu criava e as que criavam pra mim. Um pouco vindo da aceitação que aprendi a ter desde sempre, com medo de decepcionar os outros.

Hoje eu acredito que nossos limites são guiados pelas crenças que temos em nós mesmos. E a (i)limitação geralmente vem no tamanho no input que nos dão – e que aceitamos. Tenho a sorte de ter um marido que acredita no meu potencial e trabalhar com uma equipe que sempre me põe pra cima, além de todas as figuras amadas que tanto me inspiram no meu viver.

Minha energia baixou na última semana, principalmente pelo fato de ter passado pela terceira crise de enxaqueca em menos de um mês. E pela nítida sensação de que eu as tenho quando não consigo “digerir” sentimentos negativos, e muito menos mandá-los à PQP.

Gostaria, portanto, com esse post, formalizar um grandessíssimo À MERDA à todos os meus abacaxis e aos centralizadores de problemas alheios como eu =)

Bom dia.

fraase

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Tsc tsc tsc

Na Brasília de 2013, seguir as placas de trânsito pode ser uma bela armadilha. As vias vão-se abaixo, as placas continuam de pé.
Eu quase dei com o carro em mini abismos. 3 vezes. Augusto que o diga! E entrei em ruas sem retorno me atrasando a vida 2x.
Pois bem, se não posso confiar nas placas, devo ignorá-las ou fazer o inverso?
Deseducação nível Pro :)

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Checkout dos 20

De quem eu era pra quem sou. Sou mais tranqüila, minhas piadas são mais sutis – até a terceira dose – e bebo muito menos. Aprecio mais, ouço mais, tento entender pouca coisa, amo muita gente e eles me trazem as melhores lembranças. Casei de branquinho com o gato da facul, tive um sobrinho que me ensinou a amar à primeira vista. Consigo lidar com mais leveza com o mundo, me entendo bem e eu tenho estado muito receptiva ao que o universo me proporciona ;)

Entrego, confio, aceito e agradeço.

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Quase 30

Ver o mesmo filme aos 20 e depois rever na semana que completo 30.
Dá pra ver porque minha irmã de 6 anos fica abismada de eu ter “muito mais de 15 anos”.

Naquela época, se eu conseguisse parar pra pensar por 10 ou 15 minutos, pra analisar profundamente algo, meu eu atual seria um chato. Assim como achei esse filme com o qual risada agora.

Catarina, minha cachorrinha, que era um bebê naquela ocasião – e pulava fazendo um circuito em alta velocidade na sala de casa -, agora está deitadinha tranqüila do meu lado. Já Margot, 10 meses, deu umas latidas, puxou o cobertor duas vezes e está cavando seus brinquedos.

A magia da idade. Por essas e outras que aos 8 anos achamos que com 28 teremos 5 filhos.

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Blé

Eu acho que tem alguma coisa no céu nas últimas semanas fazendo com que as pessoas fiquem sentimentais e descontroladas.

Me incluo.

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Ah, a verdade!

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No meu tempo pras informações serem verdade tinha que passar na Globo. Agora texto aplicado em imagem no facebook já tá valendo :)
Dica para um hit: dizer que o conteúdo foi censurado. Pela Globo.

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Love, no matter what

A situação na Turquia me causou uma confusão mental, entre a beleza das pessoas comuns se sensibilizando e as imagens fortes de jovens mortos. Saiu no jornal a notícia de uma senhora, aqui em Brasília, que foi presa por agredir vendedores negros, e ainda tivemos um país criminalizando o casamento gay.

Pra mim sempre soou estranho dar os mesmos “direitos” humanos à pessoas que não o ferem em sua raiz, que é o respeito ao próximo. Se alguém tira a vida de uma pessoa em um surto de selvageria, que como selvagem seja tratado. É uma posição radical, eu sei, mas minha mente ainda não conseguiu um argumento forte o suficiente pra mudar isso minha opinião (porém percebo que não desenvolvo muito o raciocínio porque me sinto cruel demais depois de certo ponto. Deixo isso aos menos sensíveis).

Direitos humanos. Falei em respeito, certo? Porém, hoje assisti a um vídeo que me comoveu a ponto de me arrancar lágrimas algumas vezes em vinte e poucos minutos, e resolvi mudar meu discurso. Minhas frases clichê hippie-zen já continham “Mais amor por favor”, “O amor é o caminho, a verdade e a vida” (essa tatuada no braço), “Amar a todos, confiar nos seus”, entre outras. O entendimento e a intensidade desses dizeres ganharam basicamente mais intensidade e importância.

Ainda essa semana, conversando com um amigo que está passando por problemas de relacionamento, eu mencionei como é importante termos cuidado, respeito e empatia por aqueles que amamos mais: nossos companheiros e família. No mesmo dia, uma amiga pede uma força, pra eu participar de uma campanha de dia dos namorados, declarando meu amor no Facebook (criei o link http://tinyurl.com/clicaecurteplz pra fazer campanha, estejam à vontade pra reforçar, hshshs) e como em todas as vezes que parei pra escrever sobre meu maridón, me deu aquele calorzinho no coração, um orgulho de ter alguém que compartilha meus ideais, que se também se importa com o bem-estar alheio e que me faz tão bem!

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E assim, fazendo mini preces de gratidão ao cosmos, é que me vi numa imensidão de good vibes: eu também estou trabalhando numa campanha fofíssima para o dia dos namorados, e estamos captando histórias de amor. Todos os dias eu tenho acesso à algumas histórias de pessoas apaixonadas, que escrevem de coração sobre seus amados e as situações inusitadas que as fizeram chegar onde estão. É uma onda deliciosa, que tem me enchido de orgulho e esperança, que meus projetos estão dando certo e que esse mundo tem jeito sim :)

Continuarei dando crises de riso, enviando corações nas mensagens instantâneas, abraçando os amigos e dispersando parte dessa bola de amor que estou sentindo.

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