*bocejo*

Não bastasse uma campanha – linda – recém lançada, clientes novos batendo à porta, preparação pra um evento em 10 dias e decisões vitais a serem tomadas, eu ainda sonho pacas.
Eu tenho tido um ciclo de sono incomum, mas que me atende muito bem – obrigada. Durmo entre 11h e 3h e das 4h as 6h30. Isso me “custa” 2 sonhos cheios de aventuras detalhadas por noite, e algumas vezes eu acordo exausta.

Ok, introduçãozinha chata, vamos ao que interessa: meu sonho de hoje.

Amanhã, na vida real, irei conhecer a Casa Dom Inácio de Loyola. Deve me render outro post. Sonhei que já tava lá, e além de um lugar lindo, meio Fazenda do Barreiro meio Nosso Lar, tinha uma casinha que me lembrava a casa antiga do meu tio Neder, mas era bem maior por dentro.
Tão maior, mas tão maior, que ali mesmo, no fim da sala de estar, havia uma portinha por onde passamos, eu, Fabrício e Margot, e fomos parar na Alemanha dos anos 30. Lá era tudo preto e branco. a gente andou um bocado, chegou num lugar que parecia a praia de Camboinha, onde uma senhora com uma família GIGANTE pedia pra gente conversar com a mãe do Elvis Presley porque ela queria fugir pros EUA sem pagar o aluguel. Lá fomos nós convencer a mocinha a pagar o aluguel e ir pros EUA, senão o Elvis não existiria e o Rock não seria a mesma coisa.
Daí tive uma série de problemas, ela fugiu pela porta apaixonada pela Margot, tive que esconder a bichinha no banheiro, onde aproveitei pra dar um banho com xampu Johnson&Johnson baby nela enquanto Fabrício providenciava a volta da senhora Presley pra Alemanha – pela portinha.

Em resumo esse foi meu job da noite, e me pergunto, como não acordar cansada depois de tanta coisa pra resolver?

Estarei enfrentando meu dia com a honra de ter salvo o rock’n’roll.

You’re welcome

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To do list

Oi!
Eu devia:
– ter uma banda;
– aprender a programar;
– beber mais drinks coloridos;
– passar o fim de semana na chapada;
– reencontrar mais amigos que nunca mais vi.
– mandar fazer 3 vestidos de malha fresquinhos pra essa seca.

asd

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Cold Atlas

Esse filme ganhou meu coração. Tenho sonhado com coisas a respeito. Trata a natureza humana do seu pior ao melhor.

To be is to be perceived. And so to know thyself is only possible through the eyes of the other. The nature of our immortal lives is in the consequences of our words and deeds, that go on and are pushing themselves throughout all time. Our lives are not our own, from womb to tomb, we’re bound to others, past and present. And by each crime and every kindness, we birth our future.

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Deu barato

Odeio antibióticos. Eles me estragam o estômago, passo dias enjoada, perco peso, não consigo comer o suficiente pra me exercitar e acabo pensando que talvez eu preferisse minha doença.
Daí tomo um único comprimido de um antibiótico ultra moderno achando que teria menos reações adversas e saio do trabalho 3 horas depois sem entender nada, zonza, confusa, com dor de cabeça e sentindo o pior enjôo da minha vida. Hoje não lembrava de praticamente nada da parte da tarde de ontem, tive que sair me desculpando com os clientes… Sem contar a senha do email que eu alterei porque não me lembrava, hoje não me lembro e ainda não tive pique pra resetar. Pff.
Agora te conto: foi também um dos remédios mais caros que já comprei, então hoje vou preparar o terreno, deixar minha casa à prova de acidentes, ligar a TV, tomar o remédio e curtir a leseira.
Meu antibiótico deu barato e a descriminalização das drogas ainda está em discussão.

Recomendo:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/1267717-descriminalizacao-das-drogas.shtml

Wish me luck.

#JunkieFeelings.

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Vida Loka

Comecei o dia indo fazer o percurso Asa Norte-SIA-Asa Norte pela terceira vez consecutiva desde que a luz da reserva do tanque acendeu. Claro que quando vi já não tinha nenhum posto no meu caminho. Tudo bem, – penso – estou perto do trabalho, qualquer coisa eu ligo pra alguém me ajudar! Pego o celular: completamente sem bateria. Sem gasolina e sem bateria.

Reação: Aumentei o som e fui cantando junto, porque já que é pra ser vida loka que seja no rock’n’roll.

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O Erro

Há algum tempo aprendi a me dar o direito de errar. Enorme conquista pra alguém que foi criada buscando um perfeccionismo utópico e se vê hoje com muito mais margem pra crescer e capacidade de acompanhar o mundão.
Acredito que tudo tenha diversas faces e cada um tem um ponto de vista, e a única certeza que tiro disso, matematicamente, é que a certeza é relativa.
Bem, e onde eu quero chegar com isso?
Todos nós, com sorte, somos passíveis de mudanças e transformações. Se eu mesma não tenho certeza de quem vou ser, acho um tanto estúpido da parte de alguém que não convive comigo bater no peito e bradar uma certeza de quem sou.
Faço o possível dentro do meu alcance pra não decepcionar as pessoas, e eu sei que nem todo mundo tem essa preocupação. Afinal, o bem estar próprio deve (?) estar em primeiro lugar. No meu caso, creio ter excesso de empatia. Se decepciono estou, antes de mais nada, me decepcionando. Dai é reler o primeiro parágrafo. E o segundo. E amadurecer. E move on.

E toda essa viagem veio de um desabafo, dessa gente que defende aos quatro cantos que aquela pessoinha – que está longe de ter humildade e já te decepcionou um bocado.

E eu aprendi também que, errada (ops!), sou eu por me decepcionar. Se não sei nem quem eu vou ser, como é que eu vou esperar que você seja o que eu penso que você é? Hshshshs

Um beijo pra quem não entendeu nada ;)

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Panic Station

Quando eu li sobre a existência de meggings eu fiquei intrigada. Mal sabia eu que, meses depois, uma das minhas bandas favoritas estaria usando-as no seu novo clipe.

Obrigada, Muse!! Comecei a semana rindo com vontade! hahahaha

E por favor, se alguém puder transcrever o que o Bellamy fala eu agradeceria =)

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