Pale blue dot

Repostando aqui porque o Facebook vai engolir meu post :)

Inspiração do dia ❤

From this distant vantage point, the Earth might not seem of any particular interest. But for us, it’s different. Consider again that dot. That’s here. That’s home. That’s us. On it everyone you love, everyone you know, everyone you ever heard of, every human being who ever was, lived out their lives. The aggregate of our joy and suffering, thousands of confident religions, ideologies, and economic doctrines, every hunter and forager, every hero and coward, every creator and destroyer of civilization, every king and peasant, every young couple in love, every mother and father, hopeful child, inventor and explorer, every teacher of morals, every corrupt politician, every “superstar,” every “supreme leader,” every saint and sinner in the history of our species lived there – on a mote of dust suspended in a sunbeam.
The Earth is a very small stage in a vast cosmic arena. Think of the rivers of blood spilled by all those generals and emperors so that in glory and triumph they could become the momentary masters of a fraction of a dot. Think of the endless cruelties visited by the inhabitants of one corner of this pixel on the scarcely distinguishable inhabitants of some other corner. How frequent their misunderstandings, how eager they are to kill one another, how fervent their hatreds. Our posturings, our imagined self-importance, the delusion that we have some privileged position in the universe, are challenged by this point of pale light. Our planet is a lonely speck in the great enveloping cosmic dark. In our obscurity – in all this vastness – there is no hint that help will come from elsewhere to save us from ourselves.

The Earth is the only world known, so far, to harbor life. There is nowhere else, at least in the near future, to which our species could migrate. Visit, yes. Settle, not yet. Like it or not, for the moment, the Earth is where we make our stand. It has been said that astronomy is a humbling and character-building experience. There is perhaps no better demonstration of the folly of human conceits than this distant image of our tiny world. To me, it underscores our responsibility to deal more kindly with one another and to preserve and cherish the pale blue dot, the only home we’ve ever known.

—Carl Sagan, Pale Blue Dot: A Vision of the Human Future in Space, 1997 reprint, pp. xv–xvi

20130908-100153.jpg

Continue Reading

Imagination

Em um único fim de semana você aprende/constata que a mente humana não tem limites.

E que isso pode ser usado a favor ou contra todos / qualquer um.

Bob Esponja: muso da alegria sem precedentes.

20130901-141317.jpg

Continue Reading

Despir-se

Outro dia os meus amigos mais ligados à arte fizeram uma foto com vários peladões. Na exposição desses quadros – lindíssimos, por sinal – me pus a pensar na metáfora linda que essa nudez representa.

Despir-se de preconceitos, rancores, tristezas, julgamentos e mágoas é um cadim parecido com tirar a roupa. Exige esforço e desapego. E convenhamos, aqueles que tem essa coragem – e audácia – representam uma parte irrisória da população.

Em todas as teorias e historias que tenho como modelo, percebo que a gente é, basicamente, aquela força gigante no meio do peito, condensada e latente, que gosto de chamar de alma. Além disso é o que temos. Meu corpo, minhas atitudes, meu esforço, minha matéria, minha história. E a gente escolhe andar por aí embaixo de camadas mais camadas de marcas ou se abrir como um sorriso, determinados a fazer a diferença e conquistar o planeta.

20130829-115734.jpg

E como disse uma amiga, pra ser feliz precisamos de suor e sorrisos. Esforço e bom humor nos faz mais orgulhosos de nós mesmos e traz consequências melhores.

Assim espero.

(Foto da foto de Layana Thomaz por Diego Bresani)

Continue Reading

Conquista, pisc pisc.

Foi aniversario de uma das pessoas mais sensacionais que o universo me trouxe nesses anos de Brasília.

Então, dona Rafa: meu eterno agradecimento por me deixares entrar em sua vida. Que sejamos leoninas essenciais uma pra outra enquanto houver vida.

Amorrores.

20130821-024145.jpg

Continue Reading

O paradoxo da escolha

Quando era criança eu gostava de matemática e de português. Quando me mudei pra Brasília aos 14 anos, vi na mudança uma possibilidade de aumentar minhas chances de trocar dos dedos de prosa com qualquer pessoa que eu quisesse, sem medo de julgamentos. Como explicar isso? Vi no carinho dos colegas que se despediram em BH, um incentivo pra explorar melhor o meu “eu”, e desde então eu as vezes me pego a cuidar da minha imagem – ironicamente pra ser o mais autêntica e despretensiosa possível.

Aos poucos fui me desvencilhando do que me era esperado, e talvez tenha tomado decisões não tão corretas, prezando pelo meu apreço à contradição. Os professores no terceiro ano não acreditavam que uma aluna com tanta facilidade lógica e matemática iria rumar pra comunicação. Apesar de ter questionado essa decisão algumas vezes ainda acho que meu raciocínio sistematizado é um diferencial na minha área de atuação. Aos 30 anos eu me vejo tão assertiva quanto aos 20, mas agora com uma certeza nítida de que não sou dona da verdade e preciso aprender e analisar antes de apostar em algo. Menos teimosia, mais humildade.

Ha 6 meses eu estava desempregada, tentando me acertar comigo mesma, medindo qual seria o melhor caminho a ser tomado. Ha 10 dias me despedi novamente de um emprego fixo, mas dessa vez com o maior de todos os ânimos, uma necessidade absurda em dispersar energia e a certeza de estar no lugar certo, na hora certa, com consciência e integridade (física e mental) que tornam meus próximos passos promissores sejam estes quais forem.

Quando se tem boas a opções, a escolha é baseada no que estamos perdendo. Neste caso, me sinto abençoada por saber que todas as vias à minha frente estão repletas de luz – e que toda a luz é projetada pela minha percepção, que nunca foi tão otimista!

Continue Reading

Go with the Flow

Eu costumava pensar que ficar analisando coincidências deixava as pessoas malucas. Isso pode ser um resquício do diagnóstico de TOC que recebi – discordando. Após algum tempo, os ditos sinais da vida começaram a me parecer positivos quanto mais leveza eu trazia pra minha, mesmo com uma ponta de desconfiança.

Flow

Há uma semana, eu estava tentando explicar do que se tratava meu novo projeto de consultoria, sem muito sucesso. Pudera, estou mesclando psicologia prática, gestão de pessoas, otimização de processos e, claro, comunicação. Tentava achar um meio de dar um nome pro objeto do meu trabalho, tão intangível e tão necessário às empresas. Eis que um amigo me disse que havia um livro, que tinha esse mesmo nome que você pode ler ali em cima: Flow. E que É tinha muito a ver com esse Frankenstein que criei.

Quando resolvi finalmente fazer o Projeto Flow ganhar forma, resolvi ver o que poderia aprender nesse livro, chamado também Flow. Eis que, além de ter o mesmo nome com o qual batizei meu projeto disforme 4 anos antes, ele trata das sincronicidades. E de felicidade, de otimização, de desafios e bem estar, termos que eu uso com frequência para explicar o core business do meu projeto.

Flow Model

Passei então a ver os sinais divinos da vida com outros olhos. Os que me aparecem estão me atestando meu pertencimento ao momento pelo qual estou passando. E isso só me dá mais força para seguir adiante, sem medo das adversidades.

The world is mine s2

Continue Reading

Quanto mais conheço os humanos…

Eu gosto de cachorros desde sempre. Eu tinha um BFF quando era criança que eu insistia que era um urso de pelúcua que viajou pro espaço e voltou com as orelhas crescidas – na verdade era um cachorro de pelúcia.

Meu pai, por sua vez, diz que não gosta. Mas minha versão é que ele gosta sim, e tem medo de se apegar – ou que a gente se apegue.
Tive um filhote mestiço de Dobermann quando era criança, era Diana. Meu pai detestou quando a levamos pra casa, porque a gente queria dormir com o bichinho chorão. Ela morreu bem pequetita, choramos muito e meu pai dizia que “por isso” que não queria cachorro.

Dada as condições, depois do divórcio dos meus pais, um dos fatores determinantes pra eu ir morar com minha mãe foi isso. Nos mudamos e em menos de um mês adotamos Catarina, minha primeira cachorrinha. Ela é uma lady maquiavélica de 4 patas. Está aposentada, com 10 anos, vivendo na chácara com minha mãe, onde come muito, toma poucos banhos e manda em todos os outros bichos. Meio cegueta, mas com um vidão.

cat4

Depois tive a Luna, que fui com marido buscar em BH. Uma Golden Retriever de 4 anos, vive com minha sogra e meu sogro e tem um espaço enorme pra correr e piscina pra pular quando tá calor. Lady também, mas definitivamente submissa e feliz.

Lulu

Agora temos Margot, que por ainda ter 10 meses não tem personalidade muito definida. Só é perceptível que o nível de felicidade dela se sobrepõe aos outros cães por aí. É de acalentar o coração! Segundo meu marido, é o resultado de ser um bichinho extremamente amado, que nunca sofreu mal de ninguém, e não há de sofrer :~

O que acho do dito popular, que “quanto mais conheço os homens mais admiro os cães”? Hell yeah! Mas ultimamente minha pegada é mais “aprender” com os cãezinhos. Humildade extrema, amor incondicional, alegria gratuita e superação instantânea são coisas que deveriam estar mais presentes na humanidade. Me incluo. Sempre.

Margarina2

Continue Reading

Produçãããããããão!!!!!!

20130707-092355.jpg

Pra começar, eu sempre digo que não pego gripe. Portanto, quando resfriada, eu fico malz só no amanhecer e quando a noite cai, que é quando esse grande deserto chamado Brasília resolve congelar o pé da minha cabeça e meus brônquios. Sou útil no resto do tempo :)

Pois bem, sem gesso e com um resfriado de derrubar, eu resolvi dar uns updates nos projetos pessoais.

Hoje reservei a manhã pra estudar um material que me foi enviado com o propósito de me explicar o mito do herói, e me dar insumos pra uma possível apresentação da qual falarei mais adiante.

Gente. Gente. Gente. Sério, não sei se é minha leonice – essa que de tudo fala, que não pega gripe e quer trazer alegria pras pessoas como um Papai Noel atemporal – mas eu sou capaz de me colocar no lugar do herói pelo menos 3 vezes por semana! Isso obviamente sem contar o mundo surreal dos meus sonhos – Inclusive essa noite eu tava, junto com minha mãe, defendendo o mundo de uma máfia perigosíssima lá no CA do lago norte, hshshshs. Mas esse papo é outro.

Minha vida é feita de seqüências quests sinistrinhos, desafios com os quais tenho que lidar com muito equilíbrio, concentração e leveza. E isso me traz satisfação – porque mesmo que em sonho eu tenho o hábito de accomplish my missions -, me prepara para os próximos que virão e, principalmente, costuma viabilizar meus sonhos* ;)

E é por isso que eu acabei me encaixando como um ser produtor. Encaixei minha mãe também, que de tudo faz e tudo arranja/consegue. Meu mote de vida é: “se eu não sei eu sei quem sabe”. E tudo isso é devido às boas relações que constitui com a vida e aprimorei me casando com a pessoa mais carismática e uma das mais queridas que já conheci. Thanks, mon amour.

*em sonhos leia-se: viagens e shows de rock. Futuramente elevaremos os rewards, mas o plano é manter esses daí no dia-a-dia :P

Continue Reading