Acertando

As vezes passo por uma sequência de dias cansados, irritados e enxaquecosos. A baixa de energia é nítida e me entristece. A sensação é que chegou aquela vibração à beira da depressão. Tudo fruto de um descentramento desnecessário e agoniante… porque aqui dentro de mim tá tudo em ordem.

Minha defesa nessas horas é criar quebras dessa onda. Um encontrão com amigos, uma sessão de cineminha com marido, uma caminhada com o cachorrinho, um passe e muita música. No fim de 3 ou 4 dias já sinto a energia aumentando de novo.

As dificuldades sempre vem e mostram pra gente que não é fácil, nem quando a gente aprende a facilitar boa parte das coisas. Mas a melhor coisa que aprendi nessa vida foi que eu sei me reerguer, com base na mais pura individualidade… E meu tempo de recuperação a cada ano que passa diminui mais e mais. Aprendi que eu sou mais forte que pareço e que não preciso ir muito longe pra provar isso.

I wanna do it right this time :)~

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In the Round

As vezes passo por uma sequência de dias cansados, irritados e enxaquecosos. A baixa de energia é nítida e me entristece. A sensação é que chegou aquela vibração à beira da depressão. Tudo fruto de um descentramento desnecessário e agoniante… porque aqui dentro de mim tá tudo em ordem.

Minha defesa nessas horas é criar quebras dessa onda. Um encontrão com amigos, uma sessão de cineminha com marido, uma caminhada com o cachorrinho, um passe e muita música. No fim de 3 ou 4 dias já sinto a energia aumentando de novo.

As dificuldades sempre vem e mostram pra gente que não é fácil, nem quando a gente aprende a facilitar boa parte das coisas. Mas a melhor coisa que aprendi nessa vida foi que sei me reerguer, e meu tempo de recuperação a cada ano que passa diminui mais e mais. Aprendi que eu sou mais forte que pareço e que não preciso ir muito longe pra provar isso.

I wanna do it right this time :)

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Gracias

A vida me é muito generosa. Sempre me percebo agradecendo aos céus pelos amigos que conquistei no meu caminho. Alguns por afinidade imediata, outros com persistência e aqueles que o acaso trouxe.

A Vejinha Brasília tá dando o que falar essa semana com uma matéria que ressalta a gelidez de Brasília. Hei de concordar que a cidade não me foi das mais receptivas quando cheguei aos 14 anos. Exatamente por isso eu resolvi sair da zona de conforto e escancarar minhas piadas, minha cara de pau e minha mania de ter opinião sobre tudo. Nem sempre os resultados são os melhores, mas ó… I’m here to prove my point. Não tenho a vida que meus pais queriam pra mim, não tenho a vida que pensei que teria, duvido muito que tenha gente querendo trocar de lugar comigo. Mas tá tudo rolando – ora brusca, ora suavemente. It feels right.

Sou da opinião que sinceridade, atitude e autenticidade é que dão o tempero na rotina. Bato de frente se precisar: se tiver certo tô dando o recado, se tiver errado basta ter humildade, assumir, voltar atrás e, com isso, crescer. Tem coisa mais linda não, gente.

Eu realmente acredito mais na versão do Quadrado. Quem faz a cidade, seja ela qual, for é você e seu olhar. Mas a Vejinha precisa de pauta, e que não se deve levar nada que venha da Veja a sério.

Continuo colecionando gente, principalmente pelo gosto por gente. E tudo nessa cidade inóspita e cruel. Brasília, sua danada.

Parque da Cidade

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Kalopsia

Meus dias tem sido preenchidos por esperança, trabalho, sorrisos e ânimo. Nima oscilação de energia intensa e esgotamentos, dentro de uma rotina, com quebras agendadas com as amigas e família. Nada fácil, mas tudo bem leve.

Comecei a ter uma sensação confusa ao tentar escrever aqui. Falar coisas boas pode soar prepotente ou simplesmente inspirar pessoas. Mas nunca foquei no lado ruim. Logo, percebo que a demora em fazer o update é apenas uma forma de aproveitar mais o que a vida offline tem me trazido ❤️

Continuo com preocupações, eventuais doencinhas (a de hoje é a bursite), coisas pra aprender, desafios pra conquistar, contas pra pagar. Ainda assim meu coração está cheio de paz.

Life is good.

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Beyoncé

Em casa. Esperando com a Didi falando das gafes da diva.
– gente, pra que?
Começa. Palco lindo, telão lindo, estética linda, e ela – lindíssima, de branco com penduricalhos perolados e carão. Começa aquela dança que, MEODEOS, só Beyoncé faz. Diva. Linda. As bee batendo cabelo lá na frente.
Daí já entra um clipe. Pô, deu uma quebrada, hein? serio que ela já tá trocando de roupa? Sim. Chega linda toda de preto. 2 musicas. Outro clipe. Outra troca. Acho over.
Essas trocas muito freqüentes quebram muito o clima. Mas da tempo de alongar pra continuar dançando sem avarias, ha!

Curtiu? achou lindo? agradeçam à mamãe Madonna, hshshs!

Polêmicas à parte, amanhã tô lá. Muse ❤

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E lá vem ela

Dia feliz de muito trabalho e ótimas perspectivas. Voltando pra casa: uma mini baguncinha mental, leve enjôo, um cheiro estranho. Putz. Não é possível. Ligo o som, minha banda favorita me soa confusa. Cruzo com quatro ou nove viaturas da PM, essas malditas luzes nunca foram tão irritantemente brilhantes.

É ela. Dona enxaqueca :(

Amanhã mais àgua. Hoje Sumax e descanso. Antes que a dor venha.

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Tsc tsc tsc

Na Brasília de 2013, seguir as placas de trânsito pode ser uma bela armadilha. As vias vão-se abaixo, as placas continuam de pé.
Eu quase dei com o carro em mini abismos. 3 vezes. Augusto que o diga! E entrei em ruas sem retorno me atrasando a vida 2x.
Pois bem, se não posso confiar nas placas, devo ignorá-las ou fazer o inverso?
Deseducação nível Pro :)

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Pale blue dot

Repostando aqui porque o Facebook vai engolir meu post :)

Inspiração do dia ❤

From this distant vantage point, the Earth might not seem of any particular interest. But for us, it’s different. Consider again that dot. That’s here. That’s home. That’s us. On it everyone you love, everyone you know, everyone you ever heard of, every human being who ever was, lived out their lives. The aggregate of our joy and suffering, thousands of confident religions, ideologies, and economic doctrines, every hunter and forager, every hero and coward, every creator and destroyer of civilization, every king and peasant, every young couple in love, every mother and father, hopeful child, inventor and explorer, every teacher of morals, every corrupt politician, every “superstar,” every “supreme leader,” every saint and sinner in the history of our species lived there – on a mote of dust suspended in a sunbeam.
The Earth is a very small stage in a vast cosmic arena. Think of the rivers of blood spilled by all those generals and emperors so that in glory and triumph they could become the momentary masters of a fraction of a dot. Think of the endless cruelties visited by the inhabitants of one corner of this pixel on the scarcely distinguishable inhabitants of some other corner. How frequent their misunderstandings, how eager they are to kill one another, how fervent their hatreds. Our posturings, our imagined self-importance, the delusion that we have some privileged position in the universe, are challenged by this point of pale light. Our planet is a lonely speck in the great enveloping cosmic dark. In our obscurity – in all this vastness – there is no hint that help will come from elsewhere to save us from ourselves.

The Earth is the only world known, so far, to harbor life. There is nowhere else, at least in the near future, to which our species could migrate. Visit, yes. Settle, not yet. Like it or not, for the moment, the Earth is where we make our stand. It has been said that astronomy is a humbling and character-building experience. There is perhaps no better demonstration of the folly of human conceits than this distant image of our tiny world. To me, it underscores our responsibility to deal more kindly with one another and to preserve and cherish the pale blue dot, the only home we’ve ever known.

—Carl Sagan, Pale Blue Dot: A Vision of the Human Future in Space, 1997 reprint, pp. xv–xvi

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Imagination

Em um único fim de semana você aprende/constata que a mente humana não tem limites.

E que isso pode ser usado a favor ou contra todos / qualquer um.

Bob Esponja: muso da alegria sem precedentes.

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