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Encontro

Passei 2013 achando que – apesar de todos os pesares – tem sido o melhor ano da minha vida.

Nada melhor do que uma sessão de vinhoterapia pra trazer pra gente a base pra uma avaliação pessoal do que realmente foi/tem sido esse ano. Pra coroar tudo isso, vejo o vídeo da Paula, judia, argentina, jovem (pero no mucho), dando seu depoimento em imagens lindamente compiladas.

Paula

Me identifico muito com a Paula. Com a criação tradicional (no meu caso mineira) e com o sentimento de inadequação aos padrões. Mas também tenho me sentindo bem como as amigas da Paula, com um amor que parece ter vindo pra ser eterno e uma vontadinha de aumentar a família.

Vale a reflexão do que queremos e o que querem pra nós. Em 2013 eu percebi uma maior clareza de mim, sem a bagagem e expectativas alheia. O nome disso é paz.

Acertando

As vezes passo por uma sequência de dias cansados, irritados e enxaquecosos. A baixa de energia é nítida e me entristece. A sensação é que chegou aquela vibração à beira da depressão. Tudo fruto de um descentramento desnecessário e agoniante… porque aqui dentro de mim tá tudo em ordem.

Minha defesa nessas horas é criar quebras dessa onda. Um encontrão com amigos, uma sessão de cineminha com marido, uma caminhada com o cachorrinho, um passe e muita música. No fim de 3 ou 4 dias já sinto a energia aumentando de novo.

As dificuldades sempre vem e mostram pra gente que não é fácil, nem quando a gente aprende a facilitar boa parte das coisas. Mas a melhor coisa que aprendi nessa vida foi que eu sei me reerguer, com base na mais pura individualidade… E meu tempo de recuperação a cada ano que passa diminui mais e mais. Aprendi que eu sou mais forte que pareço e que não preciso ir muito longe pra provar isso.

I wanna do it right this time :)~

In the Round

As vezes passo por uma sequência de dias cansados, irritados e enxaquecosos. A baixa de energia é nítida e me entristece. A sensação é que chegou aquela vibração à beira da depressão. Tudo fruto de um descentramento desnecessário e agoniante… porque aqui dentro de mim tá tudo em ordem.

Minha defesa nessas horas é criar quebras dessa onda. Um encontrão com amigos, uma sessão de cineminha com marido, uma caminhada com o cachorrinho, um passe e muita música. No fim de 3 ou 4 dias já sinto a energia aumentando de novo.

As dificuldades sempre vem e mostram pra gente que não é fácil, nem quando a gente aprende a facilitar boa parte das coisas. Mas a melhor coisa que aprendi nessa vida foi que sei me reerguer, e meu tempo de recuperação a cada ano que passa diminui mais e mais. Aprendi que eu sou mais forte que pareço e que não preciso ir muito longe pra provar isso.

I wanna do it right this time 🙂

Quanto mais conheço os humanos…

Eu gosto de cachorros desde sempre. Eu tinha um BFF quando era criança que eu insistia que era um urso de pelúcua que viajou pro espaço e voltou com as orelhas crescidas – na verdade era um cachorro de pelúcia.

Meu pai, por sua vez, diz que não gosta. Mas minha versão é que ele gosta sim, e tem medo de se apegar – ou que a gente se apegue.
Tive um filhote mestiço de Dobermann quando era criança, era Diana. Meu pai detestou quando a levamos pra casa, porque a gente queria dormir com o bichinho chorão. Ela morreu bem pequetita, choramos muito e meu pai dizia que “por isso” que não queria cachorro.

Dada as condições, depois do divórcio dos meus pais, um dos fatores determinantes pra eu ir morar com minha mãe foi isso. Nos mudamos e em menos de um mês adotamos Catarina, minha primeira cachorrinha. Ela é uma lady maquiavélica de 4 patas. Está aposentada, com 10 anos, vivendo na chácara com minha mãe, onde come muito, toma poucos banhos e manda em todos os outros bichos. Meio cegueta, mas com um vidão.

cat4

Depois tive a Luna, que fui com marido buscar em BH. Uma Golden Retriever de 4 anos, vive com minha sogra e meu sogro e tem um espaço enorme pra correr e piscina pra pular quando tá calor. Lady também, mas definitivamente submissa e feliz.

Lulu

Agora temos Margot, que por ainda ter 10 meses não tem personalidade muito definida. Só é perceptível que o nível de felicidade dela se sobrepõe aos outros cães por aí. É de acalentar o coração! Segundo meu marido, é o resultado de ser um bichinho extremamente amado, que nunca sofreu mal de ninguém, e não há de sofrer :~

O que acho do dito popular, que “quanto mais conheço os homens mais admiro os cães”? Hell yeah! Mas ultimamente minha pegada é mais “aprender” com os cãezinhos. Humildade extrema, amor incondicional, alegria gratuita e superação instantânea são coisas que deveriam estar mais presentes na humanidade. Me incluo. Sempre.

Margarina2

Love, no matter what

A situação na Turquia me causou uma confusão mental, entre a beleza das pessoas comuns se sensibilizando e as imagens fortes de jovens mortos. Saiu no jornal a notícia de uma senhora, aqui em Brasília, que foi presa por agredir vendedores negros, e ainda tivemos um país criminalizando o casamento gay.

Pra mim sempre soou estranho dar os mesmos “direitos” humanos à pessoas que não o ferem em sua raiz, que é o respeito ao próximo. Se alguém tira a vida de uma pessoa em um surto de selvageria, que como selvagem seja tratado. É uma posição radical, eu sei, mas minha mente ainda não conseguiu um argumento forte o suficiente pra mudar isso minha opinião (porém percebo que não desenvolvo muito o raciocínio porque me sinto cruel demais depois de certo ponto. Deixo isso aos menos sensíveis).

Direitos humanos. Falei em respeito, certo? Porém, hoje assisti a um vídeo que me comoveu a ponto de me arrancar lágrimas algumas vezes em vinte e poucos minutos, e resolvi mudar meu discurso. Minhas frases clichê hippie-zen já continham “Mais amor por favor”, “O amor é o caminho, a verdade e a vida” (essa tatuada no braço), “Amar a todos, confiar nos seus”, entre outras. O entendimento e a intensidade desses dizeres ganharam basicamente mais intensidade e importância.

Ainda essa semana, conversando com um amigo que está passando por problemas de relacionamento, eu mencionei como é importante termos cuidado, respeito e empatia por aqueles que amamos mais: nossos companheiros e família. No mesmo dia, uma amiga pede uma força, pra eu participar de uma campanha de dia dos namorados, declarando meu amor no Facebook (criei o link http://tinyurl.com/clicaecurteplz pra fazer campanha, estejam à vontade pra reforçar, hshshs) e como em todas as vezes que parei pra escrever sobre meu maridón, me deu aquele calorzinho no coração, um orgulho de ter alguém que compartilha meus ideais, que se também se importa com o bem-estar alheio e que me faz tão bem!

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E assim, fazendo mini preces de gratidão ao cosmos, é que me vi numa imensidão de good vibes: eu também estou trabalhando numa campanha fofíssima para o dia dos namorados, e estamos captando histórias de amor. Todos os dias eu tenho acesso à algumas histórias de pessoas apaixonadas, que escrevem de coração sobre seus amados e as situações inusitadas que as fizeram chegar onde estão. É uma onda deliciosa, que tem me enchido de orgulho e esperança, que meus projetos estão dando certo e que esse mundo tem jeito sim 🙂

Continuarei dando crises de riso, enviando corações nas mensagens instantâneas, abraçando os amigos e dispersando parte dessa bola de amor que estou sentindo.

Senta ali, Kelly

Outro dia tava vendo American Idol.
Gente, Kelly Clarkson, que venceu a primeira edição do programa, resolveu inovar e conseguiu ser a coisa mais over e cafona que eu vi nos últimos séculos.

Tive medo da onda clubber voltar agora que os tecidos brilham no escuro, mas se voltar viro punk.

Destaque pro brinco de pérolas com alfinetes. A música péssima ficou sendo a coisa menos constrangedora da apresentação :~