Blue Eyes – Brown Eyes

Eu revi ha um tempo o documentário dos anos 80: “Blue Eyes – Brown Eyes” e chorei quase o tempo todo. É cruel, porém nos faz pensar muito nas condições em que nossos semelhantes vivem. Enquanto isso vemos um elefante e um cachorro como melhores amigos, e os humanos “racionais” destratam homossexuais, negros, mulheres, pobres, etc.

Em uma parte a autora do experimento fala que enquanto houver omissão da parte que percebe o problema – não o oprimido -, não haverá solução.

O bom e velho “denuncie”. Tome parte. Avise. Previna. Ensine.

Desde então eu passei a me questionar. O que faço pra evitar as situações com as quais discordo? E sinceramente, tenho encontrado muito pouco. Quase nada =(

Pros interessados, vale cada segundo dos 93 minutos que você precisa disponibilizar pra ver tudo.

O norte é meu

Como eu já disse no about me desse blog, eu gosto de gente. Sou apaixonada pelo conhecimento despretensioso que podemos adquirir numa mesa de amigos falando bobagens. A percepção que temos de algo depende apenas dos nossos filtros.

As vezes me pego agradecendo aos céus pelo bem estar que tenho sentido, e percebo num flashback que nada veio de graça. Tudo foi meticulosamente moldado pelo livre abítrio, o bom e velho: “és responsável pelo que cativas”. O que não quer dizer que não devo agradecer.

Independente da crença de cada um, eu creio que a energia vital que temos dentro de nós é divina, e é por isso que temos o dom e o poder de mudar o nosso destino. Não viemos ao mundo pra sofrer, nem pré-destinados a nada que não nos cause orgulho. E isso, pra mim, é obra de Deus.

O fruto da inspiração de hoje? Encontrinho de amigos em plena segunda, cheio de amor e risadas. Se aquelas criaturinhas não forem anjos na minha vida, não sei mais o que são <3