Meu vizinho porco

Meu novo blog meuvizinhoporco.tumblr.com tem dado o que falar.

“Oi?”
Eu explico.

Mamãe comprou um apartamento na 312 norte, área nobre de Brasília, no fim de 2007. Morei com ela desde 2008 até 2010, e voltei em 2012 com o marido.

Por todo o tempo que estamos aqui, nós convivemos com uma triste realidade: Um(a) vizinh@ porc@.

Tive a ideia de começar a fotografar as bizarrices que são atiradas pela janela devido à dificuldade técnica de filmar o flagrante. Assim consigo dar a dimensão do problema e registrar dados para identificar a pessoa e quem sabe um futuro processo de fins educativos.

Divirtam-se (?)

Criança feliz

Sonhei que era meu aniversário e ganhava um boneco do Batman que falava e chocolate, ao som de Muse e César Menotti.

Acordei procurando meu celular pra chamar o marido pra comer crepe no almoço pra aproveitar a data, quando lembrei que era dezembro fiquei triste.

Falta pouco mais de 8 meses.

Fechamento

Último dia de escritório do ano: desafios extremos, constantes, concisos e gratificantes. Uma equipe sensacional, chefes inspiradores e convívio com pessoas/empresas maravilhosas diariamente. É muita coisa pra agradecer, é muita gente nova pra carregar nesse coração, muitos nomes pra incluir nas orações!

Que Deus conserve todas as novas pessoas na minha vida 🙂

Desse jeito

Tô um tumulto.

Da excitação das festas de fim de ano, da visitinha aos avós, da ansiedade de bater a meta do ano, da correria de trabalho que isso causa, das oportunidades da vida, do amor pela família que escolhi, da bursite que reatacou, do plano de saúde que expirou, da falta de sono que me deu, da final do The Voice USA que perdi, e de muito muito muito mais.

Tô achando que sou pouco pra tanta coisa. E miaguarde quarta, porque acordar as 4:00 a.m. não faz o dia mais fácil.

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Encontro

Passei 2013 achando que – apesar de todos os pesares – tem sido o melhor ano da minha vida.

Nada melhor do que uma sessão de vinhoterapia pra trazer pra gente a base pra uma avaliação pessoal do que realmente foi/tem sido esse ano. Pra coroar tudo isso, vejo o vídeo da Paula, judia, argentina, jovem (pero no mucho), dando seu depoimento em imagens lindamente compiladas.

Paula

Me identifico muito com a Paula. Com a criação tradicional (no meu caso mineira) e com o sentimento de inadequação aos padrões. Mas também tenho me sentindo bem como as amigas da Paula, com um amor que parece ter vindo pra ser eterno e uma vontadinha de aumentar a família.

Vale a reflexão do que queremos e o que querem pra nós. Em 2013 eu percebi uma maior clareza de mim, sem a bagagem e expectativas alheia. O nome disso é paz.