Deu barato

Odeio antibióticos. Eles me estragam o estômago, passo dias enjoada, perco peso, não consigo comer o suficiente pra me exercitar e acabo pensando que talvez eu preferisse minha doença.
Daí tomo um único comprimido de um antibiótico ultra moderno achando que teria menos reações adversas e saio do trabalho 3 horas depois sem entender nada, zonza, confusa, com dor de cabeça e sentindo o pior enjôo da minha vida. Hoje não lembrava de praticamente nada da parte da tarde de ontem, tive que sair me desculpando com os clientes… Sem contar a senha do email que eu alterei porque não me lembrava, hoje não me lembro e ainda não tive pique pra resetar. Pff.
Agora te conto: foi também um dos remédios mais caros que já comprei, então hoje vou preparar o terreno, deixar minha casa à prova de acidentes, ligar a TV, tomar o remédio e curtir a leseira.
Meu antibiótico deu barato e a descriminalização das drogas ainda está em discussão.

Recomendo:
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/1267717-descriminalizacao-das-drogas.shtml

Wish me luck.

#JunkieFeelings.

Vida Loka

Comecei o dia indo fazer o percurso Asa Norte-SIA-Asa Norte pela terceira vez consecutiva desde que a luz da reserva do tanque acendeu. Claro que quando vi já não tinha nenhum posto no meu caminho. Tudo bem, – penso – estou perto do trabalho, qualquer coisa eu ligo pra alguém me ajudar! Pego o celular: completamente sem bateria. Sem gasolina e sem bateria.

Reação: Aumentei o som e fui cantando junto, porque já que é pra ser vida loka que seja no rock’n’roll.

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O Erro

Há algum tempo aprendi a me dar o direito de errar. Enorme conquista pra alguém que foi criada buscando um perfeccionismo utópico e se vê hoje com muito mais margem pra crescer e capacidade de acompanhar o mundão.
Acredito que tudo tenha diversas faces e cada um tem um ponto de vista, e a única certeza que tiro disso, matematicamente, é que a certeza é relativa.
Bem, e onde eu quero chegar com isso?
Todos nós, com sorte, somos passíveis de mudanças e transformações. Se eu mesma não tenho certeza de quem vou ser, acho um tanto estúpido da parte de alguém que não convive comigo bater no peito e bradar uma certeza de quem sou.
Faço o possível dentro do meu alcance pra não decepcionar as pessoas, e eu sei que nem todo mundo tem essa preocupação. Afinal, o bem estar próprio deve (?) estar em primeiro lugar. No meu caso, creio ter excesso de empatia. Se decepciono estou, antes de mais nada, me decepcionando. Dai é reler o primeiro parágrafo. E o segundo. E amadurecer. E move on.

E toda essa viagem veio de um desabafo, dessa gente que defende aos quatro cantos que aquela pessoinha – que está longe de ter humildade e já te decepcionou um bocado.

E eu aprendi também que, errada (ops!), sou eu por me decepcionar. Se não sei nem quem eu vou ser, como é que eu vou esperar que você seja o que eu penso que você é? Hshshshs

Um beijo pra quem não entendeu nada 😉

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Panic Station

Quando eu li sobre a existência de meggings eu fiquei intrigada. Mal sabia eu que, meses depois, uma das minhas bandas favoritas estaria usando-as no seu novo clipe.

Obrigada, Muse!! Comecei a semana rindo com vontade! hahahaha

E por favor, se alguém puder transcrever o que o Bellamy fala eu agradeceria =)

Notes

Acabei de ver no meu rascunho do twitter: “Se alguém me vir jogando #CandyCrush no show do Pearl Jam será que eu apanho?”. Nada contra, gente… é que na época que eles bombaram eu gostava de coisa muito mais boba. E o Kurt é muito mais gatchinho que o Eddie.

hshshshs

Quem mandou tocar depois do QotSA?

A Maldade é Humana

Estava acumulando fatos bizarros do trânsito brasiliense pro meu próximo post, mas veio um imbecil e conseguiu furar a fila de prioridades na minha indignação.

Pra quem não sabe, eu tenho 3 cachorrinhas. Catarina é a mais velha, adotada em 2003, Luna ganhada pela família do meu marido em 2008 e a Margot que ganhamos de uma amiga ano passado e está com 7 meses. A Margot é a única que mora conosco, é uma Schnauzer fofa e pretinha. Podem ver pelo Instagram dela <3
Nossa pequena Margot foi envenenada em um passeio em frente ao nosso prédio em questão de segundos quando cruzávamos um gramado onde ela costuma fazer pipi. Que eu tenha conhecimento, nos últimos 5 meses foi o segundo cachorrinho envenenado ali. O outro realmente ficou mal, internado por dias na iminência da morte.
Pelo fato de ela não estar vomitando sangue e à beira da morte, a veterinária acha que ela só lambeu o veneno, que ainda deve estar pela grama, por onde passam dezenas de crianças e animais diariamente. Ela ficou tão fraca em questão de minutos que não sei o que aconteceria se tivesse comido.
Minha indignação maior e diária é essa área era pra ser um gramado com jardim entre um prédio e outro. O lado do prédio vizinho está sempre cortadinho, bem cuidado e limpo. No nosso, apesar dos esforços dos responsáveis, está sempre IMUNDO.
Acreditem se quiser: eu tenho um vizinho, morador da Asa Norte, área nobre de Brasília, que atira seu lixo (e veneno) pela janela. Juro. Das coisas mais bizarras e/ou frequentes: Bandeijinha de frios vazia, envelope e caixinha de remédio, embalagem de iogurte, ossos de frango, plásticos sujos e até coco vazio.
E todas as vezes que passo pelo lixo dele – gramado de uso público – na minha cabeça pipocam frases e sentimentos horrorosos e fica a sensação do quanto estamos expostos ao pior que a sociedade tem: os péssimos humanos. E até aqui, num condomínio de, salvo engano, 72 apartamentos, estamos lidando com a boa e velha impunidade. Essa pessoa não pode ser multada porque não há como provar que foi ela. Será?
Seja o envenenamento intencional ou acidental por estupidez de um troglodita, eu gostaria imensamente de provar quem é pra deixar essa pessoa passar o resto da vida num abrigo, enjaulado junto com os cães bravos, que não podem conviver em sociedade.
A pequenina, está em observação no hospital mas sem risco de morte, graças a Deus.

Por uma sexta-feira com menos emoção, #oremos.

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Chi chi chi – le le le

Eu sempre faço blogs das minhas viagens. As vezes só pra mim e as vezes pra mandar prazamiga. Dessa vez eu tava com uma gana tão grande de aproveitar os segundos dos pouquíssimos dias que passei em Santiago que é bem capaz que eu me esqueça de contar algum detalhe. Mas ó que beleza: garanto que não farei como uns blogs que vi por aí na minha pesquisa do Chile: as mocinhas contavam que tiveram piriri e avisavam onde/quando foram ao banheiro (eww).

Estou in love pelo lado de lá dos Andes. E pelos Andes. Na próxima encarnação quero ser um monstro dos Andes =P~

Ao que interessa: além de lindo, o Chile tem um povo extremamente gentil, educado, prestativo e parecem estar sempre felizes, não importa sua posição. Mas é nítido que o sistema funciona de uma forma bem mais democrática do que vemos no nosso Brasil. Exemplo prático: o motorista do ônibus, bem vestido e sorridente tem câmbio automático e o motor – nem tão barulhento quanto o nosso – fica lá atrás, longe dele. Dignidade gera bom humor, hehe

Sobre os custos de viagem, eu ouso dizer que um fim de semana no Rio de Janeiro poderia sair mais caro. O que os chilenos reclamam é que a comida é cara. Pra quem vive em Brasília eu garanto que é mais em conta que aqui. O Fridays é mais barato, McDonalds e Starbucks. Supermercado nem se fala! E sem falar que nosso vinho meia-boca de cada dia chega a custar 20% do valor do Brasil =)

Agora é aguardar nos dizerem quando será o Lolla 2014 e lá estaremos novamente. Oxalá!

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